Às vezes sinto como se parte de mim, um outro eu, estivesse presa em instantes, suspensa no tempo.
Sinto-me mal pela Sabrina que ainda está perdida em alguma trilha gelada.
Tenho imensa alegria por aquela Sabrina que decidiu largar tudo e viver em outro país.
Agonia me sobra pela Sabrina ainda presa em um relacionamento tóxico.
E, pela Sabrina que seguiu em frente, encontrou o amor da vida e se casou, sinto-me leve.
Sou espectadora.
Protagonista,
E coadjuvante.
Sinto que morri, mas que revivo a todo instante.
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